Ah, se eu fizesse tudo que eu sonho. Se eu não fosse assim tão tristonho não seria assim tão normal. Ah, se eu fizesse o que eu sempre quis, fosse um pouco mais feliz, levantasse o meu astral. 7 dias vão e eu nem fui ver, 7 dias tão fáceis de se envolver. Ah, se eu tivesse fotografado se eu tivesse me integrado ao mundo sobrenatural. Ah, eu seguiria o realejo desenharia o que eu vejo no meu cereal. 30 dias do mês que ficou pra trás e eu sou só mais um desses meros tão mortais.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
And it's hard to find what I want
Aquela era só mais uma noite em que me peguei afogada em meu próprio choro. Não sei se por amor se por essa solidão que o escuro da noite traz ou se pelas tentativas frustradas de expulsar isso tudo em algum papel.
Depois de algumas horas me afogo novamente em meu choro, ainda sem saber o porquê.
Uma face do relógio mostra o tempo perdido a outra nunca pra mim se mostrou, aquela que dizem ser o tempo que temos pra recuperar o perdido. Às vezes sinto como se eu fosse parte desse relógio que fica ali, parado, mas sempre correndo, que quando cansado de mostrar o tempo que ninguém vê, para seus ponteiros.
Organizo alguns pensamentos e procuro aconchego em minhas músicas até encontrar a música que fez com que eu jogasse fora todo esse tempo que passei escondendo de mim mesma essa respiração ofegante, essas batidas fortes, esse olhar triste. E assim, afogar-me novamente em meu choro, mas dessa vez pude ver o relógio me mostrando sua outra face. Me fez perceber que não há sentido em perder a mente antes do meu tempo.
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